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Tendências de marketing digital que vão definir 2017

Por Denilton Filho
10 jan 2017

Estudo da Fjord Accenture revela as oito tendências de marketing digital que darão o tom para marcas e empresas em 2017

 

O estudo da Fjord, braço de design e inovação da Accenture Interactive, traz as tendências de marketing e do marketing digital para marcas e empresas no próximo ano.

Confira as oito tendências que nos esperam em 2017:

 

1. Histórias efêmeras

 

Em um mundo onde todo mundo é um storyteller em potencial, o que fazer? Em 2017, marcas continuarão a contar histórias – focando no que elas estão fazendo, não apenas “no que estão dizendo”. Além disso, marcas terão de dar alguns passos para atrás e dar mais espaço para que os próprios consumidores contem as suas histórias, à sua maneira. Histórias ao vivo e rápidas continuarão a dar o tom.

 

2. Reprogramando

 

O maior desafio de qualquer marca e empresa será responder às mudanças, se adaptar às inovações com agilidade. Elas terão de centrar seus esforços nas pessoas. A partir delas, a transformação ocorrerá. Será preciso, primeiro, inspirar pessoas/líderes/funcionários para criar, depois, um ambiente amigável às inovações e propenso a elas.

 

3. Realidade embaçada

 

Realidade virtual e realidade aumentada se tornaram assuntos mais frequentes em 2016 e continuarão a ter espaço em 2017. Além disso, veio a realidade mista. O Pokémon GO, por exemplo, foi um exemplo das realidades misturadas levadas a um mercado amplo. A tendência é que as marcas e empresas trabalhem mais com essa fronteira que mistura realidade virtual e real em seus serviços e experiências.

 

4. Eu, eu mesmo e Inteligência Artificial

 

A Inteligência Artificial está amadurecendo como ideia, embora ainda não seja uma realidade. Mas está evoluindo exponencialmente, como visto em chat bots, assistentes pessoais e outros programas de mensagens instantâneas. Em 2017, a IA continuará no foco de empresas e seus projetos, que precisarão torná-la mais emocionalmente inteligente e com mais capacidade de aprendizado – o que pavimentará o caminho para a nova geração de serviços digitais.

 

5. Mundo sobre rodas

 

Carros autônomos estão perto de se tornar realidade e fazer parte do dia a dia das pessoas. Assim, marcas e empresas já devem pensar em como responder a isso. Essa postura proativa trará recompensas e oportunidades. Os outros ficarão para trás. Já as montadoras tradicionais verão seu negócio mudar totalmente e terão de pensar nas novas expectativas dos consumidores. O carro, além disso, começará a ser visto em 2017 também como um dispositivo móvel (como um smartphone – claro, o carro já é móvel no sentido mais óbvio), que precisará estar conectado e integrado a serviços.

 

6. Casas sem limites

 

A casa conectada já é uma realidade. Mas não parece tão inteligente assim. Ainda. Em 2016, serviços como Google Home e Amazon Echo deram as caras. Mas uma casa conectada à internet virou quase um clichê. Falta algo para além dessa conexão. Marcas e empresas precisarão pensar em criar e desenvolver novas experiências nos lares dos consumidores a partir da internet e de outros tecnologias – e cada experiência feita de maneira personalizada e individual.

 

7. Marcas como ampulhetas

 

De um lado, há marcas que prometem tudo a todos. Elas se vendem como capazes de oferecer qualquer coisa e englobam uma grande parcela da vida. Do outro lado, há marcas muito especializadas e que focam em uma única coisa, bem específica e detalhista. Em 2017, o desafio serão para as marcas que se sentam no meio do caminho e não sabem muito bem onde estão. Elas terão de se perguntar o que querem. Quem querem ser. Para qual lado ir.

 

8. Consequências inesperadas

 

As marcas terão de lembrar que suas ações têm consequências. Atualmente, marcas e empresas se centram totalmente no consumidor e em sua experiência. Tudo é feito para agradá-lo e o ambiente digital fortaleceu isso. Mas as ações reverberam para muito além do cliente. Por exemplo, a Airbnb que preza pela satisfação de seus clientes que alugam casas e apartamentos. Por outro lado, para além do consumidor feliz, há a realidade do impacto de seu serviço no mercado imobiliário local. Pensar nas consequências para além de um consumidor, sim na sociedade como um todo, forçará marcas e empresas a enfrentarem agendas que vão da revisão de sua ética de negócio até debates sobre legislação.

 

Fonte: Exame.com

 



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