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5 lições de gerenciamento das empresas digitais

Por Denilton Filho
14 jan 2017

Foco no cliente e inovação são temas recorrentes. Empresas convencionais replicam determinados aspectos particularmente nas áreas de Negócios, Gerenciamento de Risco e Recursos

As empresas da área de tecnologia comumente são associadas à inovação e ousadia. As empresas convencionais, no entanto, podem replicar determinados aspectos das companhias de origem digital, particularmente em três áreas principais. Negócios, Gerenciamento de Risco e Recursos. O cenário da ciência de gerenciamento moderna e o sucesso estratégico de forma geral podem ser copiados por qualquer companhia que queira estar alinhada com o pensamento de liderança superior, os padrões de raciocínio e as competências aplicadas – algo que hoje já é tido como diferencial nas corporações.

O instituto de pesquisas Gartner fez recomendações oriundas das empresas 100% digitais, criadas após 1995, que mudaram a ciência de gerenciamento até então considerada moderna focada na fabricação em massa e na indústria automotiva. Hoje, as empresas de origem digital são aquelas cujos modelos operacionais e capacidades têm como competência central a exploração de informação da era da internet e as tecnologias digitais.

As organizações convencionais por serem resistentes à ideia de que podem reproduzir alguns desses conceitos acabam se fechando, quando deveriam pensar em atuar de maneira diferente. Veja Abaixo 5 pontos que as companhias tradicionais podem aprender com as de origem digital.

  1. Ter como foco os negócios e encarar a sua missão como algo claro e que deva ser entendido por todos.

    Além disso, as empresa de origem digital exploram e testam ideias sem medo. Alguns testes podem acabar mesclando como outros, como ocorreu com o Likedin, que hoje possui áreas como Soluções e Talentos, Inscrições Premium e Soluções de Marketing. A companhia trata os modelos de negócios de maneira fluida e, se o experimento falhar, eles tentaram algo diferente.

  2. Concentrar nos usuários e criar a melhor experiência para eles.

    O foco incessante no usuário final parece ter sucesso no mundo digital bem-sucedido.

  3. Utilizar todas as ferramentas e dados existentes para guiar as decisões.

    Os riscos são geridos até mesmo considerando os erros. Nos negócios tradicionais, a maioria dos projetos deve ter sucesso – e os departamentos de TI estão bloqueados dentro dessa mentalidade, quando deveriam ter o pensamento de que as falhas acontecerão. As tomadas de decisão devem considerar a orientação de dados, tentando tudo o que é possível, se debruçando sobre métricas antes de criar.

  4. Outra lição que fica é que, quando as empresas de origem digital se expandem, elas tentam não incluir tanta burocracia e isso engloba o excesso de pessoal.

    A quantidade de funcionários não reflete mais o sucesso de uma companhia. Para a fluidez e agilidade das ações, cada vez menos pessoas compõem uma equipe. Elas preferem investir muito dinheiro em poucas pessoas do que uma quantia mediana em um time muito grande.

  5. É importante considerar ouvir os profissionais de TI.

    Eles podem passar importantes feedbacks que podem atualizar o CEO sobre ideias mais recentes que podem melhorar o negócio.

 

Fonte: Mundo do Marketing



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